Homeopatia e o Ser

Homeopatia em Humanos

Da Ciência x Arte de Curar

Os debates apaixonados e polêmicos acerca da Homeopatia remontam o séc. XVIII, desde que Samuel Hahnemann, médico alemão, descreveu os princípios fundamentais da “Arte de Curar”. Mesmo naquela época em que a medicina hegemônica sangrava e envenenava pessoas doentes, as doses ultra diluídas, o princípio terapêutico pela similitude e a experimentação em indivíduos humanos sadios já chocavam pela ousadia e genialidade.

O modelo homeopático é fundamentalmente experimental, fruto da observação criteriosa do efeito das substâncias no organismo humano. Possui princípios e conhecimentos distintos do paradigma dominante que preside a ciência moderna. Por isso, evidentemente, a maior parte dos estudos homeopáticos, mesmo os ensaios clínicos são realizados a partir de desenhos que consideram seus pressupostos (princípio da similitude, experimentação no indivíduo sadio, medicamento dinamizado). Geralmente, objetivam compreender o sofrimento e a subjetividade do sujeito. Por estar fundamentada em conceitos pouco ortodoxos, desafiam a racionalidade dominante.

Essa racionalidade possui mais de 200 anos de existência, vem sendo utilizada por médicos, dentistas, veterinários e farmacêuticos especialistas, e atualmente é alvo da procura de parcelas crescentes da população na maior parte do mundo. A abordagem humanística que privilegia a totalidade individual (corpo/mente/espírito), aliada a seus resultados faz com que um número cada vez maior de pessoas, busque na Homeopatia a cura e o alivio de seus sofrimentos.

A homeopatia está entre os tratamentos recomendados pela Organização Mundial de Saúde (OMS) desde 2002. Nos EUA, segundo a OMS, são gastos 5 bilhões de dólares anuais, e cerca de 2,5 milhões de pessoas recorrem ao tratamento homeopático anualmente. A Índia possui cerca de 400 mil homeopatas e 307 hospitais especializados, local onde tem sido empregada com sucesso, inclusive nas epidemias. No Brasil, a Homeopatia é oferecida no Sistema Único de Saúde (SUS) desde 1988 e desde 2006, integra a Polícia Nacional de Práticas Integrativas e Complementares do
Ministério da Saúde.

Esta institucionalização é fruto de uma autêntica demanda social, em que os usuários de todo pais lutaram pelo direito ao acesso à Homeopatia. Os medicamentos homeopáticos estão normatizados e regulamentados pela ANVISA. O tratamento homeopático é legítimo e felizmente uma parcela significativa da sociedade brasileira pode se beneficiar dos seus resultados clínicos.

Fonte: Ana Rita Vieira de Novaes. Homeopatia: Ciência x a Arte de Curar

Homeopatia em Animais

A única terapia que trata o indivíduo como um todoPor que devo tratar meu animal de estimação com Homeopatia?

A Homeopatia é a única terapia que trata o indivíduo como um todo, por leva em consideração a sua individualidade, com as peculiaridades da sua personalidade. É por isso que um único medicamento é capaz de tratar qualquer doença, mas é específico para aquele indivíduo para o qual foi prescrito. Isso é o que diferencia esta terapêutica, e consequentemente, a faz superior ao tratamento convencional.

Vejamos um indivíduo com doença de pele, por exemplo. É tratado inúmeras vezes com fármacos que trazem o alívio dos sintomas. Passado algum período, o paciente novamente apresenta sintomas. Sabemos que o medicamento homeopático fará o equilíbrio deste organismo enfermo e logo haverá o restabelecimento da saúde.

Vale lembrar que a Homeopatia é tão rápida quanto o processo patológico a ser tratado. Se estivermos tratando uma febre, o retorno da temperatura corporal reestabelece em minutos.
Outra grande vantagem é podemos administrar os medicamentos na água de beber, facilitando muito, em especial se falamos de um animal mais agressivo.

É importante salientar que há inúmeros trabalhos científicos sendo publicados em revistas internacionais, o que confirma as fortes bases científicas da Homeopatia.

Fonte: Médica Veterinária Elisandra Pezzetta